iPhone 18 Pro, Pro Max e iPhone Duo: preços e datas de lançamento
Por Redação TechTech.pt • 09/09/2026 • 5 min de leitura

TL;DR — resumo rápido
- O iPhone 18 Pro parte de 1.499 € em Portugal e o 18 Pro Max de 1.649 €: reservas a 12 de setembro, à venda a 18 de setembro.
- O grande anúncio é o iPhone Duo, o primeiro dobrável da Apple: 1.999 dólares nos EUA (à volta de 2.500 € cá), reservas a 16 de outubro e chegada a 23 de outubro.
- A grande novidade das câmaras Pro é a abertura variável; no Duo, o destaque é a dobradiça e o ecrã interior de 7,6 polegadas.
A Apple apresentou esta quarta-feira, 9 de setembro, a nova geração de iPhones em Cupertino. Foram três modelos: o iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e — a estreia mais esperada dos últimos anos — o primeiro dobrável da marca, chamado iPhone Duo. Abaixo ficam os preços, as datas e aquilo que muda mesmo no uso diário.
Comecemos pelo calendário, que é o que mais interessa a quem quer comprar. O iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max abrem reservas no sábado, 12 de setembro, e chegam às lojas na sexta-feira, 18 de setembro, num primeiro grupo de mais de 65 países que inclui Portugal por via dos mercados europeus habituais; outros 20 países recebem-nos a 25 de setembro. O iPhone Duo segue um calendário próprio: reservas a 16 de outubro e venda a partir de 23 de outubro, com mais 28 países a 30 de outubro.
Os preços oficiais em Portugal para a gama Pro começam nos 1.499 € para o iPhone 18 Pro de 256 GB e nos 1.649 € para o 18 Pro Max, também de 256 GB. Subindo de capacidade, o Pro fica em 1.749 € (512 GB), 2.249 € (1 TB) e 2.999 € (2 TB); o Pro Max em 1.899 €, 2.399 € e 3.149 € nas mesmas capacidades. As cores são quatro: preto, prateado, glaciar e um novo bordô.
O iPhone Duo ainda não tem preço oficial anunciado para Portugal. Nos Estados Unidos parte de 1.999 dólares com 256 GB, sobe para 2.199 dólares (512 GB), 2.599 dólares (1 TB) e chega a 3.199 dólares na versão de 2 TB. Aplicando a conversão que a Apple costuma praticar cá, com IVA incluído, é realista contar com um valor de entrada na casa dos 2.500 € — mais do que muitos portáteis. Chega em dois acabamentos: Star White e Night Sky.
Sobre o Duo, vale a pena perceber o que a Apple fez de diferente, porque não é só mais um dobrável. O ecrã interior tem 7,6 polegadas — cerca de 50% mais área do que o 18 Pro Max — e o exterior tem 5,4 polegadas, ou seja, um telemóvel normal quando está fechado. É esse equilíbrio que costuma decidir se um dobrável se usa todos os dias ou se fica na gaveta: se o ecrã de fora for estreito demais, passas a vida a abrir o aparelho para tarefas banais.
A dobradiça é feita de mais de cem peças de precisão e a estrutura usa lâminas de titânio e placas de fibra de carbono por baixo do ecrã. A Apple diz ainda ter criado um acabamento com micro-lentes que torna o vinco central muito menos visível — o defeito clássico dos dobráveis. É a promessa mais importante do produto e também a que só se confirma com meses de utilização real, não numa demonstração de palco.
No resto, o Duo usa o mesmo chip A20 Pro do iPhone 18 Pro e o novo modem C2, tem câmaras principal e ultra grande angular de 48 MP, resistência IP68, Touch ID no botão lateral e é exclusivamente eSIM. Cada metade tem a sua bateria e funcionam como uma só: a Apple indica até 24 horas de utilização com os dois ecrãs, e o carregamento rápido chega a 50% em cerca de 20 minutos. O software foi adaptado ao formato — dois apps ao mesmo tempo, dock vertical, modo de secretária com relógio e widgets, e suporte para Apple Pencil nos dois ecrãs ainda este ano.
Na gama Pro, a novidade que realmente distingue esta geração é a abertura variável na câmara principal de 48 MP. Seis lâminas mecânicas ajustam a abertura entre ƒ/1.48 e ƒ/4, o que significa mais luz em cenários escuros e mais profundidade de campo quando queres o grupo todo focado. É a primeira vez que um iPhone controla a abertura por hardware em vez de simular o efeito por software — e é uma diferença que se nota em fotografia noturna e em retratos de grupo.
Há mais três coisas concretas na gama Pro: novos controlos manuais na app Câmara (velocidade de obturador, equilíbrio de brancos, abertura e histograma), uma câmara de vapor de nova geração que sustenta o desempenho em gravações longas e jogos, e o maior aumento de autonomia de sempre num iPhone no modelo Pro Max. Tudo isto com iOS 27 e as novas funções de Siri com inteligência artificial.
E quem deve comprar o quê? Se filmas, jogas ou fotografas a sério, o 18 Pro é a escolha lógica e a abertura variável é um argumento real. Se a tua queixa é bateria, o Pro Max continua a ser o único que resolve dois dias sem carregador. O Duo é outra conversa: é uma primeira geração cara e não se compra por causa da ficha técnica — compra-se porque queres um ecrã grande no bolso para ler, trabalhar em documentos ou usar dois apps ao mesmo tempo.
A nossa recomendação prática: há um efeito colateral deste lançamento que interessa a quase toda a gente — a geração anterior vai descer de preço nas próximas semanas. Se querias um iPhone 17 Pro ou 17 Pro Max, é agora que aparecem as melhores condições nas lojas portuguesas. E se estás em dúvida entre modelos, define primeiro as tuas prioridades no perfil: a mesma ficha técnica dá notas diferentes consoante valorizes câmara, bateria ou peso.
Vamos atualizar este artigo com o preço oficial em euros do iPhone Duo assim que a Apple o publicar para Portugal, e com as primeiras análises independentes à dobradiça e ao vinco.
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